Este espaço é reservado para a publicação da documentação do projeto binca no âmbito da disciplina de Projeto 2011/2012 do 3ºano do curso de Novas Tecnologias da Comunicação.
18
Abr 12

Uma vez que o nosso público-alvo são crianças com idades compreendidas entre os 4 e 5 anos, a sua compreensão do jogo e o seu gosto é diferente da de um adulto, pelo que é necessário entrarmos em contacto com as mesmas. Inicialmente, ocorreu a ideia de irmos a um infantário devido à existência do infantário da Universidade de Aveiro que, como tem relação com a Universidade, pensamos ser uma boa e fácil maneira de conseguir comunicar com crianças com as idades que pretendemos. No entanto, a nossa articulação com o infantário não foi possível, pelo que tivemos de recorrer a outro, o Centro Social Paroquial da Vera Cruz.

 

O que vamos testar?

Com a ida ao infantário, pretendemos testar a capacidade das crianças de compreenderem a metáfora dos jogos que vamos apresentar-lhes, os comandos e o design. Relativamente à metáfora, queremos saber se as crianças entendem o objetivo do jogo e o que têm de fazer nele; quanto aos comandos, iremos avaliar a capacidade delas em usar o toque para movimentar e deslocar os elementos; por fim, com o design, pretendemos avaliar a capacidade das crianças compreenderem os elementos interativos dos jogos (elementos em que podem tocar ou não).

 

Vamos também avaliar a motivação e a concentração das crianças durante os jogos, assim como a sua apreciação dos grafismos já desenvolvidos por nós.

 

O que vamos fazer?

Para a realização de todos os testes com as crianças, vamos avaliar o seu desempenho através de uma grelha de observação que apresenta as diversas competências a avaliar, segundo uma escala de 1 a 5 (com diferente significado para cada parâmetro), de modo a conseguirmos criar os jogos da maneira mais adequada para as crianças.

 

Para conseguir realizar os testes e tirar fotografias às crianças durante a interação com as aplicações, é necessário pedir autorização aos encarregados de educação. Nesta autorização vamos explicar o funcionamento dos testes e perguntar se os podemos fazer com os seus educandos e se podemos também tirar fotografias (sem ser possível a identificação da criança) à interação deles com as aplicações. O encarregado de educação pode permitir os testes mas não as fotografias.

 

Uma vez que os três jogos que vamos criar ainda não estão desenvolvidos, vamos realizar uma pesquisa sobre jogos idênticos à narrativa que vamos usar nos nossos jogos, de forma a conseguir tirar conclusões sobre a forma como as crianças poderão reagir durante a utilização dos mesmos.

 


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